Saturday, July 01, 2006

De como ontem uma das alminhas ia chamando a polícia

Pois que ontem, sexta-feira e véspera de mais um dia de trabalho para leididi (eu), deitei-me à meia noite para hoje acordar às 6h00.
Até às 2h00 ouvi o filho da p&%# do bailarico, raios partam os santos populares que ainda por cima já acabaram, ó c@#%§£o, que até as janelas vibravam, porra. Depois, até às 4h00 ouvi os c@3&ões dos vizinhos que acharam que andar aos gritos na rua aquela hora era uma boa ideia. Foi de tal maneira que às 3h30 liguei para o 118 a pedir o número da polícia. Liguei e, oh alegria, era um estúpido dum fax. Ligo outra vez para as informações mas a pedrada de sono era tal que marquei o 112 e ouço um senhor «faça favor de dizer». «Oh diabo, pensei, tu queres ver?». Olhei para o visor do telemóvel e li "emergência". Engoli em seco e desliguei.
Resumindo, quando consegui a porcaria do número da polícia, os gajos calaram-se. Dormi mais ou menos duas horas e meia.
O que vale é que quando cheguei à rádio tinha um mail chamado "as salvadoras": as minhas alminhas fizeram umas coisas giras giras para me entreterem no fim-de-semana, entre as quais uma apresentação em power point que me pôs a rir logo às 7h30, coisa praticamente impossível.
E os quebra cabeças?Uiiiii, a loucura!
Obrigada minhas queridas!

2 comments:

Clementine Tangerina said...

As amigas são assim...
realmente ha vizinhos que deviam ser abatidos!

Alminha Mariana said...

Atenção! Uma alminha (leididi) pensou em chamar a polícia, outra (eu) chegou mesmo a chamar e foi remédio santo! E agora vai ser sempre assim!